Morangos com Açúcar

2007-01-28

Angélico de férias na neve sem Rita


(No programa "Só Visto" da RTP1)

Com uma namorada protagonista de uma novela como “Doce Fugitiva”, que não lhe dá descanso, é natural que Angélico não tenha conseguido que ela o acompanhasse aos Pirenéus catalães, onde passou uns dias na neve. “Quando se está com uma pessoa, é óbvio que se gosta de estar ao lado dela, mas se ela está a trabalhar, não é o fim do mundo”, diz.

Enquanto Angélico esteve estes dias de férias, Rita Pereira adoeceu. Felizmente, ele regressou a tempo de acompanhar a namorada na convalescença. O que Angélico quer agora é fazer uma viagem a sós com Rita, mas, para que tudo corra bem e os pombinhos possam ter o seu espaço a dois, não revela para onde fazem planos de ir. “A minha vida profissional já tem tanta exposição que, se tornar públicos os nossos desejos, fico sem nada para mim”, afirma.

Se ainda existiam dúvidas, dissiparam-se. Paulo Vintém está mesmo sem namorada. No ano passado, o músico dos D’ZRT também passou uns dias na neve, mas, na altura, foi acompanhado pela namorada. Este ano foi com o seu companheiro de banda, Angélico, também ele longe do seu amor. Mas, para o ex-actor de “Morangos com Açúcar”, a mudança não é radical: “Acaba por ser a mesma coisa porque uma namorada não deixa de ser uma amiga.

Vim com o Angélico, que é mais do que um amigo, é um irmão”, diz. As razões para o final do namoro foram explicadas pelo próprio: “Havia falta de tempo e se as coisas não estão bem e há discussões a mais é melhor terminar”, explica. E continua: “Estava a tornar-se uma relação sufocante”. De qualquer forma, Vintém sente-se bem assim e garante que ficou uma grande amizade: “Agora está tudo bem, cada um na sua. Ficámos amigos. Estou bem como estou e é importante estarmos bem connosco para estar bem com os outros”, explica.

Coincidência ou não, a verdade é que, sem namorada por perto, o cantor parece comportar-se de forma menos cautelosa. Adepto confesso do snowboard, deu uma queda e fez uma fissura num dedo. “Não senti nada, mas quando chegou o final do dia já tinha algumas dores.” Optimista, até brinca com a situação: “Fico com um ar rebelde. (risos) Podia ter sido pior...”

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